[Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

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[Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Sayra em Dom Ago 16, 2009 8:21 pm

Autor: Ce moi
Título: A Vida Atribulada de uma Actriz!

Estado: Em Andamento
Género: Aventura/Angst/Drama/Familia/Amizade/Geral/Humor/Comédia/Romance/
Rating: MA (18+)
Personagens: Natsu, Sayo, Kato, Iwaki, Yuri e outros xD
Par: NatsuxSayo
Resumo: O que farias se visses a tua vida girar em volta da vida de actor? Sayo pensa que essa vida não é a melhor associável para ela e sempre nega ter alguma coisa a ver com o actor que é seu irmão.

Notas importantes: Está História que aqui se apresenta foi começada em 2006 e ainda continua até eu decidir terminar. Ela foi originada de uma Manga de Yaoi que li já alguns anos da Mangaka Youka Nitta - Haru Wa Daiteita. Apesar de o manga ser desse género, a História relatasse sobre a relação de Sayo e Natsu...uma rapariga com uma vida atribulada devido ao ser irmão ser actor como Gay e do seu amigo de infância onde nutro um sentimento muito profundo.

A fic não irá conter linguagem agressiva, mas terá um conteúdo de sexo "Suave" e também não muito agressivo XD

Outra pequena nota: A Fic foi começado como sabem em 2006 e então, apesar de tê-la revisto, ela pode apresentar algum erro de Vocabulário e evolução do mesmo, pois durante entre estes três anos adquiri vocabulário. Espero que não se incomodem com isso e que gostem da fic em si XD

Agora resta desejar boa leitura e espero que gostem ^^

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Última edição por Sayra em Seg Set 28, 2009 3:07 pm, editado 4 vez(es)
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História Parte 01

Mensagem por Sayra em Dom Ago 16, 2009 8:29 pm

Quando um novo dia começa nunca se sabe os planos e o que irá acontecer. As rotinas diárias são sempre as mesmas e isso nunca muda. Casa, escola, saídas com os amigos, estudo…unf!! Todos os dias é sempre o mesmo; nunca se pode dizer que não aconteça nada de interessante, só que todo equivale há mesma coisa. Mas também não se pode afirmar que cada dia é descoberto algo de interessante e isso aumenta a emoção, mas apesar disso nada pode voltar a ser o que era….

- Penso que são horas de desceres á terra, Sayo_Chan?! – chamou-a a atenção, Yuri,. A sua colega de turma.

- Ai! – Sayo limitou-se a suspirar

- Em que tas a pensar, rapariga?

- Nada de mais! – respondeu, mas a sua atenção estava posicionada no pátio da escola.
Divertia-se a ver os colegas a jogar á bola.

- Olha que não me parece! – troçou a amiga – esses suspiros não quererem dizer nada em relação aquele rapaz ali? – Yuri apontou para o jogo de futebol e salteou Natsu, amigo de infância de Sayo.

Sayo pousou o seu olhar no dele onde em momentos esses se cruzaram. Esta desviou logo a cara, mas em vão, pois na sua cara notava-se o tão corada quer tinha ficado e Yuri não deixou de soltar uma pequena gargalhada que foi logo abafada pelas palavras de Sayra num modo defensivo.

- É certo que eu amo o Natsu e que estamos bem juntos, mas não é isso que me está a preocupar agora.

- Oh!!! Até me espanta! Mas tu e o Natsu namoram? – perguntou Yuri muito curiosa. Ela gostava de estar a par de todo e tendo em conta que é amiga de Sayo e Natsu á bastante tempo.

- Não! – admitiu - É verdade quando dizemos que gostamos um do outro, mas não queremos estragar a nossa amizade por causa de um namoro. – desabafou e tornou a olhar para o jogo.

- Bolas! Vocês os dois são mesmo casmurros, mas enfim… o que poderei eu fazer? – Yuri encolheu os ombros há medida que se aproximava da sua mesa para ir buscar a sua pasta. Ao fim ao cabo, já estava na hora do almoço, mas ela iria ter aula noutra sala.

Sayo, porém, estava mais interessada no jogo. Os seus olhos azuis seguiam atentamente o seu amigo. Suspirou, o máximo que poderia fazer era ficar a olhar ou mesmo apreciar algo que dizia impossível ou ainda pensa. Decidiu levantar-se e pegou na sua pasta pendendo-a sobre a boca para poder apanhar o seu cabelo loiro e longo num rabo-de-cavalo e seguiu Yuri para o refeitório onde iria alimentar o seu pequeno estômago que há mais de meia hora pedia desesperadamente por ser alimentado.

O verão tinha chegado e com ele trouxera o calor abrasador. Muitas das pessoas aproveitavam esse calor para passear ou ir á praia, mas muitos não tinham tanta sorte.

- Natsu? Natsu? – Sayo andava feita uma tonta á procura do amigo. Tinha-lhe prometido que a ajudaria nas organizações para o festival e não estava no lugar supôs-to á hora combinada. – Natsu?

- Se andas a procura dele, encontra-se na sala de audições. – respondeu um dos seus colegas de turma.

- Sala de audições?! – repetiu confusa – o que raio está ele lá a fazer?

- Parece que o director pediu para que ele organiza-se a sala para uma conferência. É género de uma surpresa. O director sublinhou que esta visita vai-nos reforçar a quão duro é ser actor/actriz, uma vez que está universidade é de representação – tornou a responder e dirigiu-se para outro colega.

- E quem serão os autores? – perguntou bem alto para que alguém a pudesse responder mais claramente.

- Não sabes? São o Iwaki e o Kato! – respondeu Yuri que estava ali perto. Os seus olhos castanhos-escuros imitam um brilho, que Sayo já esperava ser visto. – eles são os melhores actores do mundo.

- Mas são actores de AV( Vídeo Porno)! – reforçou Sayo que estava um pouco intrigada com a noticia.

- E depois advertiu Yuri - Deixa-me corrigir-te, minha amiga, eles deixaram esses vídeos.

- Sim, eu sei! - respondeu secamente

- Tu por acaso já viste o filme de maior sucesso em que eles entram?

- Desculpa-me Yuri, mas vou ter de ir á sala de audições. Até já! – e saiu dali a correr.

Alcançou a sala após 10m.

- Nastu? – chamou-o enquando entrou. Fechou a porta atrás de si. – porque não me disseste que o “famoso Kato”, vinha cá?!

- Olá para ti também! – declarou o amigo que estava a preparar a mesa onde supostamente Sayo e ele estariam de frente afrenta aos autores a fazerem algumas perguntas.

- Dá-me uma boa justificação para não me teres dito que o meu irmão vinha cá! – Sayo sentou-se numa das cadeiras.

- Bem, em primeiro lugar é que com isto tudo do festival acabei por me esquecer. E em segundo, foi que o teu irmão me pediu que mantivesse segredo, pois saberia que irias reagir assim.

-Hum! Vejo que tu e o meu “querido” irmão agora andam aos segredinhos! – disse Sayo de braços cruzados e de perna também. – acho que o Iwaki não irá gostar muito.

- Não sejas assim! – respondeu Natsu sentando-se a seu lado. – ele pediu-me para não te dizer nada, porque sabe o quão detesta quando estas no mesmo sitio com ele em conferencias e essas coisas do género. E também penso que o Iwaki não ficaria com ciúmes por uma coisa dessas. – riu-se e Sayo acompanhou-o.

-Bom, tenho de concordar.

Sayo suspirou. Detestava estar em sitio públicos com o irmão. Seria catastrófico que descobrissem que ela era algo a eles. Decidiu contar a “raiva” para si e levantou-se da cadeira para i buscar uns formulários que tinha reparado quando entrou, supostamente seria formulários com as perguntas aos autores, quando de repente o seu telemóvel toca. Apressadamente, retira-o do bolso e olha no virou da tampa, mas quando vê quem é a sua expressão ficou pesada.

- Sim?! – perguntou num tom pesado.

- Olá, maninha! – gritou Kato do outro lado, fazendo com que Sayo fosse obrigada a afastar o telemóvel do ouvido.

- Importas-te de não gritar? – pediu

- Desculpa, mas é que já faz algum tempo desde que falamos e estamos juntos. – admitiu Kato e na sua voz notou-se uma expressão triste.

- A culpa não é minha. – reforçou Sayo – quando estive ai tu não estavas.
- Por isso mesmo.

- Pois! Eu pensei que vocês andavam em filmagens para o novo filme e não tinham tempo para conferências.


- Sim, mas só por acaso!

- Ai, esse filme é tão dramático, mas muito romântico. O amor entre dois homens e com autores daqueles. – se fosse possível “derreter”, Yuri seria a primeira de muitas - “Winter Cicada” é o melhor filme de todos!

- Pois sim! – afirmou Sayo revirando os olhos.

- Hei! Por quê essa expressão? – perguntou Yuri um pouco intrigada – não gostas deles?

- Não é que não goste, mas eu não sou o tipo de rapariga que aprecie esse tipo de filme, os AV. – forçou um sorriso – e é por isso que não dou muita atenção aos autores deste.

- És um desastre rapariga! – disse Yuri entre suspiros.

Sayo limitou-se a sorrir.

- Desculpa-me Yuri, mas vou ter de ir á sala de audições. Até já! – e saiu dali a correr.

Alcançou a sala após 10m.

- Nastu? – chamou-o enquando entrou. Fechou a porta atrás de si. – porque não me disseste que o “famoso Kato”, vinha cá?!

- Olá para ti também! – declarou o amigo que estava a preparar a mesa onde supostamente Sayo e ele estariam de frente afrenta aos autores a fazerem algumas perguntas.

- Dá-me uma boa justificação para não me teres dito que o meu irmão vinha cá! – Sayo sentou-se numa das cadeiras.

- Bem, em primeiro lugar é que com isto tudo do festival acabei por me esquecer. E em segundo, foi que o teu irmão me pediu que mantivesse segredo, pois saberia que irias reagir assim.

-Hum! Vejo que tu e o meu “querido” irmão agora andam aos segredinhos! – disse Sayo de braços cruzados e de perna também. – acho que o Iwaki não irá gostar muito.

- Não sejas assim! – respondeu Natsu sentando-se a seu lado. – ele pediu-me para não te dizer nada, porque sabe o quão detesta quando estas no mesmo sitio com ele em conferencias e essas coisas do género. E também penso que o Iwaki não ficaria com ciúmes por uma coisa dessas. – riu-se e Sayo acompanhou-o.

-Bom, tenho de concordar.

Sayo suspirou. Detestava estar em sitio públicos com o irmão. Seria catastrófico que descobrissem que ela era algo a eles. Decidiu contar a “raiva” para si e levantou-se da cadeira para i buscar uns formulários que tinha reparado quando entrou, supostamente seria formulários com as perguntas aos autores, quando de repente o seu telemóvel toca. Apressadamente, retira-o do bolso e olha no virou da tampa, mas quando vê quem é a sua expressão ficou pesada.

- Sim?! – perguntou num tom pesado.

- Olá, maninha! – gritou Kato do outro lado, fazendo com que Sayo fosse obrigada a afastar o telemóvel do ouvido.

- Importas-te de não gritar? – pediu

- Desculpa, mas é que já faz algum tempo desde que falamos e estamos juntos. – admitiu Kato e na sua voz notou-se uma expressão triste.

- A culpa não é minha. – reforçou Sayo – quando estive ai tu não estavas.
- Por isso mesmo.

- Pois! Eu pensei que vocês andavam em filmagens para o novo filme e não tinham tempo para conferências.

- Isso é certo, mas tiramos um mês de férias e como o director da escola nos convidou para participarmos nessa conferência, eu não pode dizer que não. – respondeu Kato.
- Muito bem! Façam como entenderem.

- E mais uma coisa, Maninha?

- Sim!?

- Quero que tu e o Natsu venham jantar comigo e com o Iwaki hoje á noite depois da conferencia.

- E a que se deve esse jantar? – perguntou Sayo que olhou para Natsu onde este lhe sorriu.

- Nada de mais. Simplesmente é um jantar de família. Há mais de dois meses que não te vejo e quero ter um jantar contigo. – respondeu de voz alegre. – então, aceitas?

- Sim, eu vou a esse jantar.

- YUPI…!!! – gritou e mais uma vez Sayo foi forçada a afastar o telemóvel do ouvido. – depois da conferencia eu e o Iwaki vamos-vos buscar ao teu apartamento.

- Ok., Kato. – disse Sayo que não poderia recusar de qualquer das formas.

- Bem, não te incomodo mais. Estamos quase a chegar, por isso depois falamos melhor contigo. Adeus.

E ambos desligaram.

- E, então? – perguntou Natsu com um pouco de curiosidade.

- Vamos Jantar com eles logo á noite. Irão nos buscar ao meu apartamento.

- Vais ver que vai ser divertido. – sorriu Natsu

- Pois, como queiram. – afirmou um pouco desiludida. – vamos terminar de arrumar a sala para a grandiosa conferencia.

E assim o fizeram. Demoraram mais ou menos 10m para a terminar por completo.

Depois, Natsu foi anunciar para que começassem a entrar os alunos, para irem ocupando os bancos antes dos actores chegarem.
Um por um, sem grande agitação, foi sentando-se nas bancadas. Quando todos se acomodaram, Natsu segredou a Sayo que esperassem por eles ali dentro.


Última edição por Sayra em Sab Ago 29, 2009 8:55 pm, editado 1 vez(es)
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História Parte 02

Mensagem por Sayra em Dom Ago 16, 2009 8:36 pm

Um por um, sem grande agitação, foi sentando-se nas bancadas. Quando todos se acomodaram, Natsu segredou a Sayo que esperassem por eles ali dentro.

A agitação na sala era total. Estavam todos eufóricos, principalmente as raparigas, que para muitas, era um sonho tornado realidade.

Sayo teve a informação que o irmão acabara de chegar e que Natsu começaram por os acompanhar até á respectiva sala. Mas antes, decidiu anunciar que os actores tinham chegado e mal foi abrir a porta, a agitação, que já não era pouco, tornou-se insuportável.

Sayo cumprimentou ambos, tendo Kato aproveitado a situação para dizer á irmã para estarem prontos pelas 20h00m em ponto.

A conferência correu bem e no fim desta foi aberta para autógrafos e fotografias. Enquanto isso, Natsu sentara-se numa cadeira a observar e Sayo encostou-se na parede de braços cruzados.

- Bolas! Eu também gostava de ser como elas. Histéricas e aos saltinhos por causa de duas pessoas.

- São bastantes famosas. É normal que as coisas sejam deste modo. E penso que seja normal não sentires essa emoção toda, ao que eu penso que estejas contente por teres um irmão famoso e também um cunhado, porque és irmã de um deles. Se não fosses, talvez visses as coisas de outro modo. – respondeu o amigo.

Sayo pousou a sua atenção nos dois famosos. Iwaki e Kato retribuíram-lhe o mesmo olhar sem que ninguém se desse conta. Por fim, a conferência e a secção de autógrafos terminou. Os dois actores foram embora depois de se despedirem de todos os fãs. Natsu acompanhou os dois e Sayo ficou na sala a arruma-la.

- Então, amiga, já mudas-te de opinião acerca deles? – perguntou Yuri que lhe ofereceu ajuda.

- Não!

- Bem, não mudas mesmo! – Yuri abanou a cabeça – Sayo, posso saber a razão porque não te interessas por eles?

- Nada de mais. Como já te disse eu não aprecio filmes porno e muito menos actores destes. Tenho de admitir que gostei do filme “Winter Cicada” e fiquei algo surpresa quando disseram que seriam actores desses a representaram nos papéis principais.

- Sabes, para mim são os melhores actores de todos, apesar de gostar de outros também, mas neles, não sei bem por que, inspiraram-me. – riu-se só que depois a sua expressão mudou quando tomou contas do resto das palavras. – para mim foi um sonho tê-los visto ao vivo. Pois sei que isto só acontece uma vez na vida e vê-los hoje foi o melhor.

Sayo não deixou de esboçar um sorriso.
- Eu nunca entendi muito bem porque é que as raparigas ficavam tão histéricas ao ver famosos, para mim isso nunca me deu emoção, mas ao ouvir-te dizer essas palavras, percebi o quanto um famoso é importante na vida d um jovem.

- Bem, ao ouvir palavras assim vindas de ti até parece que no fundo aprecias eles. – Yuri sentou-se na plateia. Sayo manteve-se de frente para a amiga.

- Na realidade, Yuri, para mim o Kato é a pessoa mais importante na minha vida.

- Como? – os olhos da amiga abriram-se de espanto

- Dá-me um segundo. – pediu Sayo.

Retirou o telemóvel do bolso e abriu a tampa, digitando os números de seguida.

- Sim? – respondeu uma voz masculina do outro lado.

- Oi, maninho! Olha, queria perguntar-te se posso convidar uma amiga minha para participar no nosso querido jantar?

- Claro que podes. Amigas da minha querida irmã, são amigas minhas. – sorriu para a amiga. Está, observava Sayo com ar bastante confuso.

- Ok, então! Sendo assim, vem-me buscar ao meu apartamento. Até logo. – e ambos desligaram. – pois bem minha menina, quero que estejas pronta antes das oito da noite, que eu depois mais o meu irmão vamos buscar-te ao teu apartamento.

- Mas…mas…o que se passa?

- Tenho uma surpresa muito agradável para ti. Quero que fiques bonita para hoje. – sorriu – e mais uma coisa, Yuri?!

- Sim?

- Todo o que acontecer hoje quero que tu, mais que ninguém, guardes este segredo entre ti. Só eu e o Natsu é que sabemos. Faço-te isto porque vejo como gostas muito de cinema. Mas se contares às pessoas aqui da universidade, penso que isso seria o meu fim. – suspirou e revirou os olhos, mostrando logo um sorriso. Yuri estava mais que confusa, mas aceitou.

Ambas continuaram a arrumar a sala de audições, desta vez, com a ajuda de Natsu, onde Sayo depois lhe aproveitou para contar o sucedido.

As oito da noite chegaram por fim. Sayra e Natsu esperaram kato e Iwaki na entrada do prédio. Quando chegaram, entraram dentro do carro e Sayo explicou todo ao irmão do porquê desta convidada. Kaito riu-se com a situação e Iwaki até ficou contente. Era a primeira vez que iriam jantar com uma fã. Passou-se alguns segundos e por fim chegaram até ao prédio onde residia Yuri. Kato estacionou perto da entrada do prédio. Sayo levantou-se e preparava-se para sair, quando Iwaki a agarra no braço impedindo-a.

- O que foi? – perguntou confusa

- Deixa-me ser eu a ir buscá-la. – sorriu – tenho a certeza que irá adorar a surpresa. Uma vez que a tua amiga é nossa maior fâ. – com o dedo indicador apontou tanto para ele como para Kato.

- Ok!

Sayo escreveu o número e o andar de Yuri num pequeno papel que tinha á mão e entregou-o a Iwaki que lhe agradeceu.

Saiu do carro e dirigiu-se ao andar pretendido.

- Penso que Yuri desmaiara quando o vir. – troçou Kato

- Concordo contigo! – afirmou Natsu e riram-se ambos.

- Não sejam parvos, a rapariga pode ser vossa fã, mas desmaiar por ver o Iwaki…Tsk!
Realmente. – discordou Sayo. Trazia a perna cruzada e apoiava o queixo na mão direita.

O seu olhar percorria a noite em redor, pensativa.

- Vê-se mesmo que nunca foste fã de ninguém. – declarou Kato entre risos.

- Já vos disse que isso pá mim não me excita tanto. – esclareceu.

- Como queiras.

Entretanto, Iwaki já tinha alcançado á porta. Tornou a verificar o papel para ver se o número era mesmo aquele e confirmou que não se tinha enganado. Bateu á porta e do lado de dentro, Iwaki pode ouvir uma voz muito animada de Yuri.

- São só uns minutos.

O actor sorriu. Estava desejoso de ver a reacção da rapariga. A porta abriu-se, mas Yuri não reparou quem era, pois estava entretida a verificar se tinha tudo na sua mala.

- Espera, Sayo. Deixa-me ver se…. – Yuri ficou sem reacção quando se endireitou e os seus olhos esverdeados presenciaram o actor.

- Olá! Tu deves ser a amiga da Sayra, se não estou em engano?

- Ah…ah…ah…sim…quero dizer…ah…. – Yuri estava sem palavras. O actor que ela mais admirava estava diante dos seus olhos e nem queria acreditar. Esfregou por duas vezes a vista para ver se esta não lhe estava a pregar uma partida e tinha razão. Diante de si estava Iwaky Kyouseke. O actor somente vislumbrou um pequeno sorriso, pois estava habituada a reacções destas.

- Penso que já estejas pronta. A Sayra disse-me para despachar por isso senão te importas….

- Claro…Claro…dê-me só um segundo.

Yuri voltou costas a Iwaki e suspirou diversas vezes, esfregando os olhos ao mesmo tempo e também se beliscando para ver se não estava mesmo a ter um sonho. Depois de cair na realidade, Yuri saiu de casa e fechou a porta. Os dois seguiram-se em direcção ao carro.

- Tanto tempo! - reclamou Kato

- Deve estar a recuperar do choque, como tu dizes! – disse Sayo

- Claro que deve ter sido um choque para ela, se é um actor que tanto adora.

- E mais uma vez sublinho, está a recuperar do choque.

Natsu sorriu e Kato suspirou em suspiros zangados.

Sayo olhava em redor quando reparou no cunhado e na amiga que se dirigiam para o carro. Abriu-lhe a porta.

- Olá, Yuri! – disse Natsu e Sayo ao mesmo tempo.

- Boa noite! – afirmou Yuri que ainda não tinha caído na realidade.

Entrou dentro do carro e Iwaki também fez o mesmo. Puseram-se a caminho.
Durante a viagem, Sayo explicou tudo a amiga e pediu que ela ficasse calada quanto aos colegas da universidade á excepção do director da escola, que já sabia.

Chegaram a um restaurante que era dedicado ás pessoas famosas. Kato estacionou o carro perto da grande porta de entrada. Sayo foi a primeira a sair, seguida de Natsu e Yuri.

- Eu nem acredito que vou jantar com o meu actor favorito. – segredou pra si, mas Sayo a ouviu.

- Eu avisei-te que tinha uma surpresa para ti, não avisei? – Sorriu

- Surpresa em tanto. Nunca imaginei, nem em sonhos, que um dia poderia a vir sentar-me na mesma mesa que Iwaki-san. – Yuri estava bastante chocada como contente. A alegria até era contagiante devido a que Sayo não pôde deixar de sorrir.
Entraram no restaurante e se sentaram numa mesa perto da janela. O jantar correu normalmente, tendo Iwaki puxado algumas perguntas a Yuri para que descontraísse um pouco mais de tão nervosa que se apresentava.

O jantar terminou e Sayo levou a amiga até casa. Despediram-se e depois cada um foi até ao seu destino.

O dia seguinte nasceu com algumas nuvens, mas não ameaçava chover.
Entretanto, no prédio de Sayo a confusão era geral.

- O que queres dizer com: “irei a tua escola hoje dar umas aulas de representação” - gritou Sayo, que estava prestes a explodir.

- O teu director pediu-me para dar umas aulas de representação. Achou por bem, que iria ser uma ideia agradável e que assim os alunos teriam mais entusiasmo. – respondeu Kato de sorriso na cara. Apresentava-se sentado na cama da irmã e estudava alguns apontamentos das aulas de representação anteriores.

- E quanto ao teu trabalho? – perguntou Sayo que terminava de vestir umas calças de ganga e um top preto cai-cai. – que eu saiba, tu e o Iwaki estão a trabalhar num novo projecto.

- Mmm…mas o Iwaki foi contratado para fazer papel de protagonista num novo filme produzido na América e achei por bem ele ir.

- Argh! Porque decides tudo por tua conveniência?

- Não é pela minha conveniência, mas sim por divertimento. – sorriu – está na hora de fazer uma pausa nos filmes e experimentar esta nova oportunidade para dar umas aulinhas de representação. Assim poderei estar mais tempo ao pé da minha querida maninha. – aproximou-se de Sayo com intenção de a abraçar, mas esta bateu-lhe na cabeça, deixando Kato estendido no chão.

- Não precisas de exagerar. – afirmou Sayo de *nervosinnho* na testa.

- És tão má! – ripostou Kato

- Seja como for, a minha primeira aula é de Japonês, por isso não posso chegar atrasada.

– disse, enquanto pegava numa torrada e na mala com alguns livros pendido entre o braço direito.

- Ok, Ok! Eu levo-te á escola. A aula de representação será depois de Japonês e logo a seguir ao almoço.

- Como queiras.
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Hsitória Parte 03

Mensagem por Sayra em Dom Ago 16, 2009 8:53 pm

Os dois saíram de casa e chegaram á universidade depois de alguns minutos. Na entrada, estavam Natsu e Yuri que pareciam divertidos.

Kato parou o carro mesmo em frente dos dois e Sayo saiu.

- Bom dia! – retribiu aos amigos.

- Olá, Sayra_Chan! – disse Yuri de bom humor.

- Bom dia! – retribui também Natsu.

- Oi, maninha?! – chamou Kato debruçado sobre a janela. – preciso que venhas ter comigo na hora de almoço. Preciso de falar contigo.

- Está bem. – declarou sem mínimo interesse.

- Bom dia, Kato-san. – disse Yuri com alegria.

- Olá. – retribuiu de sorriso. – vemos-nos nas aulas de representação.
E saiu.

- Aulas de representação?! – repetiram os dois amigos confusos.

- Ai. Isto é demais. Kato irá dar aulas de representação durante algum tempo.

- EH!!! – gritou, histericamente, Yuri que nem queria acreditar.

- Unf! Isto vai ser a minha desgraça. – disse de mau humor Sayo

- Não te preocupes. – Natsu pousou o seu braço por cima do da amiga e tentou fazer com que ela visse as coisas pelo lado positivo. – vais ver que irá ser divertido. Não é todos os dias que temos actores a dar-nos essas aulas e ainda por cima de alto nível. – riu-se

- Alto Nível?! – repetiu revirando os olhos.

Às oito em ponto soou o toque de entrada. Natsu, Sayo e Yuri, já se encontravam na sala respectiva e nos seus lugares. Como o professor demorava até entrar, Yuri aproveitou a situação em que os seus colegas já estavam todos sentados para informar do novo professor de representação.

Quando Yuri acabou de dizer o nome, a gritaria foi total na sala de aula.

- Isto é demais! – desabafou Sayo de cabeça cabisbaixa. Uma aura negativa pairava em seu redor. Pela cabeça de Natsu, uma *gota* de receio pousava na sua testa e forçou um sorriso.

- És tão exagerada quando o assunto toca ao teu irmão! – soltou o amigo com um pouco de receio, aproximando-se dela.

Sayo manteve-se calada e fingiu não ter ouvido.

- Não percebo essa tua reacção? Para mim até parece bem. Ter alguém com experiencia a nível mundial a dar-nos aulas do que um professor sem o mesmo nível que o teu irmão.

- Não é que não esteja contente, Natsu. Concordo contigo e não deixo de estar feliz por ter alguém conhecido ao meu lado e a dar-nos as aulas que eu tanto admiro… - fez uma pausa, suspirou e olhou em redor.

- Então o que te aflija tanto? – perguntou, desta vez, Yuri que se sentou nesse mesmo momento.

- Isto! – apontou em geral. Os dois amigos seguiram o dedo de Sayo. Repararam que todas as raparigas pareciam empolgadas e desejosas, que chegasse a aula de representação. Alguns rapazes também mostraram interesse, mas outros mostraram-se indiferentes.

- Estavas á espera do quê? – perguntei meio torto, Natsu

- De nada.

- Então porque te aflijas tanto? – tomou a palavra, Yuri.

- Houve sempre algo que nunca quis admitir a ninguém nem mesmo as entrevistas, o facto de eu ser a irmã de Kato. Pode parecer estranho eu não querer ser reconhecida por ter um familiar famoso a meu lado.

- Nesse aspecto estranhei isso. Porque não quiseste admitir que eras sua irmã? – interrompeu Yuri curiosa

- Por causa da inveja e da gula! – desabafou – eventualmente se eu disse-se que era irmã de Kato, as pessoas em meu redor ficaram com inveja. Muitas, de certo, que viriam ter comigo só para se aproximar de Kato. Se fosse preciso, até as minhas inimigas se tornavam minhas melhores amigas. Para além do mais, creio que cada vez que entrasse na universidade haveria olhares cheios de raiva e com segundas intenções, postos em mim. Foi por isso que te ocultei o verdadeiro facto. – os seus olhos foram de encontro aos da amiga que lhe mostrava um sorriso. – não percebo que não reagiste dessa forma. Pensei que quando te mostrasse o meu irmão, que no dia a seguinte iriam todos saber da verdade; não é que desconfie de ti, coisa alguma, mas por vezes a tentação de comunicar aos outros é mais forte.

- Eu sei o que isso é! – disse Yuri – e manti segredo perante todos. Uma é porque não gosto de expor a vida dos meus amigos e outra não me vou afastar ou estar com ela, só porque o seu irmão é famoso. Ta certo ao admitir que de inicio senti um pingo de inveja, mas depois isso passou. Se eu quiser algo do Kato basta-me pedir-te correctamente para ir ter com ele. Sem segundas intenções.

- Menos mal. – desabafou Sayo.

Dez minutos se passaram até que o professor de Japonês entrasse na sala e começasse a aula. Após duas longas horas, a campainha por toda a universidade soou. Para muitos foi sinal de alívio, para Sayra aquele toque encaminhava-a para o inferno. Suspirou inúmeras vezes, enquanto arrumava os seus pertences dentro da mala.

A sala ficou completamente vazia, a excepção de Sayo e Natsu.

- Ei, Natsu? Queres vir comigo á cafetaria? – perguntou Sayo, começando a descer as escadas.

- Lamento, miga, mas não posso. Combinei ir ter com um colega nosso ao terraço por causa da equipa de futebol. – desculpou-se

- Claro, na boa! – concordou ela de sorriso na cara.

Sayo separou-se do amigo quando entrou na cafetaria. Mas havia algo que não batia correcto. Há alguns dias atrás, essas conversas com os amigos eram constantes, tendo Natsu só três vezes treinos durante a semana e ter reunião com a equipa só nas quintas-feiras. Aí poderiam discutir tudo; não sabia o por quê destas visitas constantes. Enfim, limitou-se a encolher os ombros e foi tomar o seu pequeno-almoço. O intervalo passou-se depressa e Sayo levantou-se com alguma dificuldade. O seu corpo impedia-a de a prosseguir. Sabendo o que iria ser naquela aula, a sua força de vontade diminuira, mas tinha de fazer um esforço para estar presente. Encaminhou-se para a sala, mas ficou em choque quando entrou no corredor.

Haviam raparigas por todos os quantos. Umas vestiam algo que tinham deixado no cacifo quando havia algo de importante, outras se maquilhavam, maquilhagem berrante aos olhos de Sayo, outras perguntavam se estavam bem ou que penteado deveriam fazer e muitas mais coisas que era impossível ser imaginado ou preparado por um ser humano normal.

Sayo revirou os olhos. Sabia que algo assim iria acontecer. Alcançou a porta da sala. Bateu e pediu licença para entrar, mas reparou que o seu irmão ainda não tinha entrado. Decidiu, porém, ir-se sentar numa cadeira perto do palco. Gostava de ficar na frente. A sala era género de um anfiteatro. Havia um palco, as cortinas e os acentos revestidos de vermelho. Tudo o que possível para haver uma boa peça de teatro. Alguns minutos se passaram, o resto da sua turma começou por entrar também. Cada um sentou-se no seu lugar sem fazer qualquer barulho.

No meio desses alunos, Sayo avista Natsu. Querendo que o amigo se sentasse ao pé de si, foi com a intenção de se levantar e gritar pelo seu nome, mas quando reparou nas suas roupas, a sua alegria desvaneceu-se. Analisou-o bem de alto a baixo e ao se aperceber ficou com uma expressão triste. A sua gravata vinha deslocada e desapertada. Trazia a camisa fora das calças e o casaco por cima dos ombros. Os seus olhares encontraram-se por momentos, mas Sayo desviou logo a sua cara e a sua atenção foi posta no palco. Natsu mostrou-se indiferente e foi-se sentar na terceira fila ao lado de uns colegas do clube de futebol.

Algum tempo depois, Kato entrou. Vinha carregado com uns livros e dirigiu-se ao palco onde os repousou.

- Ufa – suspirou e passou uma mão pela testa com a intenção de limpar o suor. Para grande espanto de alguns, na sala não se ouviu os habituais gritos histéricos. Esses foram substituídos por pequenos murmúrios.

- Olá a todos! – cumprimentou kato, sentando-se no chão do palco. Cruzou a perna e pegou num livro de ponto, não para que fosse marcar falta ou coisa igual, mas sim como suporte para repousar uma folha em branco e uma caneta.

Na sala os alunos retribuíram os bons dias há excepção de yuri, que se divertia a tirar fotos com o seu telemóvel sem que o actor se apercebesse, de Natsu que estava entretido a falar com os seus amigos e de Sayo que não conseguia tirar da cabeça a imagem do amigo quando entrou pela sala dentro. Não sabia no que havia de pensar. Aquela maneira desleixada não tinhas muitas explicações. Já o tinha visto daquela maneira quando ia no intervalo jogar á bola com os colegas, mas ultimamente ele desleixava-se bastante e não era sempre que estava a jogar futebol.

Estava tão concentrada nos seus pensamentos que não deu conta que Yuri lhe batia no braço para a chamar a atenção.

- Sayo, são horas de desceres á terra. – avisou baixinho.

- Sim…há…que… - disse exaltada

- O teu irmão está a chamar-te! – segredou-lhe.

Sayo olhou-o directamente e apercebeu-se que estava um pouco sério. Apesar de meter uma cara alegre, na realidade estava preocupado.

- Nenhuma das tuas colegas se manifestou para vir aqui ter comigo ao palco para darmos início á nossa aula e então decidi escolher uma pessoa e calhas-te tudo. – sorriu

Em toda a sala ouvisse alguns murmúrios.

- Já calculava que a Sayo iria ser escolhida, - segredou uma colega sua a outra.

- Ela é sempre a preferida dos stôres. Pensava que ao menos este não fosse assim. – ripostou a outra.

Sayo não lhes ligou e levantou-se dirigiu-se até ao irmão.

- O se passa? – perguntou Kato quando a irmã se pôs ao pé dele.


Última edição por Sayra em Seg Set 28, 2009 3:13 pm, editado 1 vez(es)
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Capítulo 04

Mensagem por Sayra em Dom Ago 16, 2009 8:59 pm

- Nada! – mentiu

-Tens mesmo a certeza? – insistiu o irmão.

- Bolas! Sim, Kato tenho a certeza absoluta. – resmungou Sayo.

Posicionou-se ao lado do irmão e logo este começou a falar no que a aula iria consistir. Os alunos teriam, nesta primeira fase, interpretar os guiões e exprimir os sentimentos que neles continham. A aula em si até foi divertida, onde muitas das alunos arranjavam protestos para ficarem perto de Kato.

Entretanto, Sayo lia o guião, mas não se mostrava minimamente interessada. Natsu parecia o mesmo lia igualmente o guião de perna cruza e de queixo apoiada numa das mãos. Yuri, pelo contrário, andava feita numa doida a tentar que Kato lhe desse alguma atenção, mas sem sucesso.

A aula deu-se por terminada por causa do aviso do toque para o almoço. Muitas raparigas meteram uma expressão triste, pois estavam a adorar a aula e não suportavam a ideia de deixarem o actor por dois dias até á próxima aula. Apesar disso, todos deixaram a respectiva sala e dirigiram-se a refeitório para comerem. Sayo também se preparava para fazer o mesmo, mas Kato impediu.

- Espera! Preciso de falar contigo.

Sayo deteve-se e virou-se para o irmão que concluía de arrumar os guiões e as outras coisas.

- O que se passa, agora?

- Nada de mais. Aliás eu queria pedir-te se queres ir passar algum tempo em minha casa. – disse pousando os guiões no chão.

- Como? Porque queres que vá passar um tempo contigo?

- É que me sinto um pouco sozinho desde a partida de Iwaki. Ainda está em gravações e assim ira permanecer durante mais 3 meses.

- Pensei que ele voltasse mais cedo?! – afirmou, confusa – mas enfim. – suspirou, depois reflectiu um pouco – espera lá, o iwaki não se foi embora só ontem á tarde? – Sayo elevou uma mão há cabeça como forma de desespero. – tu realmente detestas estar sozinho.

- A companhia de iwaki faz-me falta. – admitiu com lágrimas nos olhos. – mesmo que só tenha partido ontem, durante a noite senti-me muito sozinho. E uma vez que não estamos juntos, maninha, decidi levar-te comigo para passarmos mais tempo um com o outro. Para além do mais, assim ajudas-me com as aulas de representação e até nos podemos divertir juntos.

- Chega de desculpas! – Sayo elevou uma mão no ar para que parasse. – quanto ao te sentires sozinho, isso pode ser verdade pois tu e o Iwaki adoram-se. Mas quanto á parte de saudades minha e bla…bla…bla…não são somente verdadeiras.

- Como?! – anuiu Kato confuso.

- Mas, sim, eu vou passar uns dias contigo. Também sinto-me muito sozinha no meu apartamento e ter alguém com quem falar será bom. – sorriu

- Óptimo! – gritou de alegria – então fazemos uma coisa. Como amanha é domingo e uma vez que não há aulas, eu irei-te buscar. Iras por as tuas coisas em casa e depois vamos sair. Eu preciso de espairecer e nada melhor que com a minha querida irmã.

- Sim…sim! Está bem! – concordou Sayo que se tornou a voltar para a porta. – agora, se não te importas eu vou almoçar e depois vou pa minha casa com a Yuri. Ate manha. – e assim saiu.

Dia correu calmamente. Depois de almoço Sayo e Yuri saíram da universidade e decidiram ir as compras. Natsu, por incrível que pareça, também se juntou a elas. Apesar de todo o dia foi bastante divertido.

Ao chegar a casa, Sayo despiu-se e foi tomar um banho bem quente e relaxante. Estava mesmo a precisar. Durante esse tempo, a imagem de Natsu vindo daquela figura não a deixavam em paz. “talvez tenha arranjado uma namorada?!”, pensou para si. “Além do mais, há raparigas mais bonitas que eu na universidade e o Natsu deve ver-me como uma simples amiga”, suspirou. Ainda debateu-se no assunto durante mais uns segundos, mas decidiu levantar-se. Enrolou uma toalha envolta do corpo e, sem mesmo enxugar o cabelo, dirigiu-se á cozinha. Pegou numa cerveja e num golo quase que a bebeu por completa. Aquele líquido fresco a escorrer-lhe pela garganta sabia-lhe bastante bem. Foi até ao seu quarto, retirou a mala de dentro do armário e começou a escolher a roupa que iria levar. Apesar de não ser muito, revolveu levar duas malas; uma delas iria levar alguns livros da universidade e o seu computador portátil.

Ao fim de meia hora terminou as malas e encostou-a à parede. Depois revolveu ir-se vestir e enxugou o cabelo o seu cabelo loiro, fazendo um rabo-de-cavalo e deixando dois fios caírem-lhe na frente. De repente o seu telemóvel começou a tocar. Sayo foi até ao quarto onde ele se encontrava e levou-o até ao ouvido.

- Sim?!

- Sayo, já sabes o que aconteceu? – era a voz de Yuri e parecia um pouco preocupada.

- Não! – admitiu confusa – mas por é que a tua voz está tão acelerada?

- Oh meu deus! Sayra tens de vir imediatamente à casa do teu irmão!

- Do meu irmão?! – repetiu ainda mais confusa, mas assustada – o que raios aconteceu com ele?

- Assaltaram-lhe a casa e feriram o teu irmão. – disse Yuri

- O quê?!

- Não sei o porquê disso, mas sei que o Kato tentou impedir que roubassem algo e o ladrão acabou por o ferir na barriga com uma faca.

- Oh meu deus! Onde está ele agora? – gritou Sayo que se encontrava na entrada da sua casa de chaves do carro e de casa na mão. Abriu a porta e foi a correr entrar no carro para se por a caminho.

- Encontra-se em casa na cama. Um médico veio assisti-lo e diz que não foi nada de grave. – tranquilizou-a Yuri

- Como é que soubeste disso?

- Nessa altura eu estava nas comprar mais a minha mãe e por eventualidade passei por esta rua que fica mais perto da casa e deparamos-nos com um montam de jornalistas, polícias e até os da agência do teu irmão. Soube da notícia porque perguntei a um polícia.

- Ok. Eu já estou a caminho. Dentro de, mais ou menos, cinco minutos tou ai.

- Aviso-te que estão aqui os jornalistas e até quase todas as nossas colegas da universidade. Penso que mesmo dizendo que és sua irmã não te deixaram passar.
- Pois eu já calculava. – respondeu Sayra. –então até mais daqui a nada. – e ambas desligaram os telemóveis.

Mais uns minutos e Sayo chegou ao local. Estava uma confusão que nem se podia e muitos dos policiais impediam a entrada das pessoas. Sayo foi obrigada a deixar o carro fora da confusão. Quando o estacionou e saiu, Yuri avistou-a e foi ter com ela.

- Sayo!

- Isto está impossível!

- Falei agora com um agente. Ele disse que afinal nada tinha sido roubado e que foi algo por vingança.

- Quem poderia ter feito algo assim?

- Eu não sei! Mas o teu irmão pediu que te deixassem entrar. Ele deu uma foto tua ao chefe da polícia por isso não terás muitos problemas em entrar.

- Menos mal! E onde está o chefe? – perguntou

- Ali! – Yuri apontou para perto do carro de Kato que se encontrava cá fora. – terás é, seguramente, d mostra o teu B.I para o confirmar. Pois ninguém passa através da fita.

- Obrigada Yuri.

- De nada! – sorriu satisfeita

Sayo avançou até a fita e aproximou-se do chefe da polícia.

- Olá! Eu sou a irmã de Kato Yoji, Sayo Yoji. Tem aqui o meu B.I se quiser confirmar. – Sayra retirou de dentro da sua carteira o B.I e mostrou ao polícia.

Este confirmou que ela dizia a verdade e confirmou a sua estrutura física com a fotografia que o actor lhe tinha entregado. Após alguns minutos de espera, Sayo obteve a permissão para passar. No entanto, algumas das suas colegas viram-na e começaram com os boatos. Para além do mais, alguns jornalista começaram a comentar e as câmaras também filmagem a ocorrência.

Sayo abriu a porta de entrada e reparou que havia sangue no chão. Talvez do seu irmão, pensou, porque ficara ferido. Viu vidros espalhados por todo o lado e algumas coisas encontravam-se espalhadas no chão. Subiu as escadas até ao quarto do irmão. Abriu a porta devagar e viu que este dormia profundamente. Sayo reparou também que a seu lado encontrava-se o medico.

- Boa noite! – cumprimentou aproximando-se de ambos.

- Seguramente deves ser a irmã mais nova de Kato, certo? – disse o velho na sua voz
rouca que Sayo conseguiu aperceber-se de alguma preocupação.

- Sim, sou. – respondeu – como está ele?

- De momento está bem!

- Menos-mal. – suspirou de alivio e agarrou numa mão do irmão.

- Mas há algo que me preocupa. – acrescentou

- O quê?

- Ele perdeu muito sangue e está fraco. A faca perfurou-lhe bastante na carne e por pouco não lhe causou a morte.

Sayo olhou com angústia para o irmão que dormia profundamente.

- E ele ficara bem?

- Depende de como recuperar. Peço-lhe, uma vez que é sua irmã, que tome conta dele durante quatro semanas até a ferida sarar. Preciso que ele se mantenha quieto e que não faça muitos esforços. Eu irei-lhe receitar uns remédios para que ele os tome no devido lugar.


Última edição por Sayra em Seg Set 28, 2009 3:16 pm, editado 1 vez(es)
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Hsitória Parte 05

Mensagem por Sayra em Dom Ago 16, 2009 9:12 pm

- Entendo.

Sayo voltou a olhar o irmão e reparou como este parecia bem e como se nada tivesse passado.

- Irei pedir-lhe que compre estes remédios ainda hoje e certifique-se que o Senhor Kato os tome nas horas certas pois irão ajudar mais rapidamente na cicatrização da ferida.

- Compreendo.

O médico levantou-se da cadeira e fui buscar há sua pasta que estava num outro banco perto da porta. Retirou de lá de dentro um papel e uma caneta e começou a escrever os remédios que Kato teria de tomar. Depois voltou para a cadeira e entregou o papel.
- São apenas três que devem ser tomados. Um para as dores, outro para a cicatrização e um para a infecção do metal. Com esses remédios ele ainda estará recuperado antes das quatro semanas.

- Creio que ele nem uma semana dura para estar quieto, mas eu farei os possíveis. – Sayra sorriu enquanto aceitou o papel. – Então irei agora comprar os remédios, se possível e depois terei de passar na minha casa para ir buscar uns pertences meus. Acha que haverá algum problema de o deixar sozinho com o meu irmão?

- Não. Eu ficarei a vigia-lo por esse tempo.

- Muito obrigada por tudo! – Sayo inclinou-se perante o médico e dirigiu-se há porta de entrada.

Cá fora a confusão era cada vez maior. As suas colegas perguntavam-se o porquê de ela ter podido lá entrar e elas não, os media também faziam as mesmas perguntar e Yuri estava constantemente de olho na porta de entrada a ver se conseguia ver Sayo.
Porém, uma vez dentro de casa, Sayo tentava recuperar o fôlego e pensar no que havia de dizer quando os jornalistas que de a iriam invadir com perguntar a respeito de tudo. Suspirou. Porque era tão difícil ser irmã de um actor? Resposta para isso teria sido a mais obvia como nunca deveria ter nascido numa família com pessoas famosas, mas nada disso se poderia alterar. Resolveu pegar no telemóvel e mandar uma mensagem para Yuri que se encontrasse com ela nas traseiras. Talvez ninguém iria lá.
Cá fora, Yuri que conversava com a mãe, foi surpreendida com o vibrar do seu telemóvel. Colocou os sacos que tinha pendido sobre as suas mãos e retirou o móvel do bolso. Abriu a tampa e viu que era uma mensagem de Sayo.

- “ Vem ter comigo á traseiras da casa. Preciso de ir há farmácia e ir a casa, mas se sair pela frente serei abordada com perguntas. Há e traz o meu carro que com a pressa deixei ele aberto e as chaves no volante. Quando aqui tiveres apita. Bye“

Yuri respondeu-lhe com um “sim” e seguiu as “ordens” da amiga. Meteu de novo o móvel dentro do bolso e disse a mãe para ir andando para casa sem ela que mais tarde iria lá ter. Dirigiu-se ao carro e meteu-o a trabalhar, dirigindo-o até as traseiras que nem demorou segundos e apitou. Sayo saiu de lá de dentro e meteu-se no carro sem demora, onde Yuri arrancou logo.

- Então, como estão as coisas? – perguntou Yuri curiosa

- Mais ou menos. Kato nem parecia que tinha sido ferido. Estava tão calmo e sereno como se nada tivesse acontecido. – respondeu Sayo um tanto triste.

- E o que disse o médico?

- Precisa de descansar durante 4 semanas e não pode fazer muitos esforços.

- Hum…compreendo. Então as aulas de representação terão de ser dadas por um professor substituto. Será uma grande desilusão, agora que as aulas seriam mais animadas. – Yuri suspirou. Não poderia estar mais que desiludida.

- Acho que irão arranjar outro actor, não sei. Terei agora de estar com ele durante 4 semanas e dar-lhe os comprimidos. –Sayo suspirou. Nada disto teria de ser preciso.

- Então quer dizer que vais te mudar para lá nesse tempo?! Então e o Iwaki-san, ele não está lá? – perguntou a amiga ainda mais confusa.

- Foi ontem para a América por causa de um novo filme. Penso que não poderá vir durante algum tempo, mesmo que o informem. – respondeu Sayo.

Os seus olhos reflectiam os arredores da cada rua. Apoiando o seu queixo sobre o braço direito apoiado no parapeito do vidro do carro, não se podia mostrar mais desiludida e triste com isto tudo. Era raro o irmão ter alguém que o odiasse. Talvez alguma das suas fãs, mas se fossem, não iriam lá para roubar. Dinheiro, outra opção favorável, mas também porque ir assaltar logo a casa do seu irmão se poderia assaltar um banco. Suspirou. Muitas perguntas sem respostas eram o verídico de que o seu irmão tinha ficado ferido. Teria de encontrar quem fez algo assim e dar-lhe uns açoites, mas em milhões de pessoas a probabilidade seria de zero.

- Sayo, chegamos há farmácia! – interrompeu Yuri os seus pensamentos, estacionando o carro perto da porta desta.

- Hum…não demorarei nada. – afirmou e saiu.

Entretanto, no dormitório da universidade a confusão era geral.

- O que ele faz aqui? – perguntou Miwa, uma colega de turma de Sayo e Yuri.

- Não sei. Talvez conheça daqui alguém ou tem um familiar. – respondeu a sua amiga fiel, Rika.

- Hum…se alguém daqui tivesse um familiar famoso acho que já sabíamos.

- Ou não! – contradisse – Nem toda a gente gosta de se exibir, portanto só mesmo saberíamos se essa pessoa nos contasse.

- Bem, lá nisso tens razão.

- Que achas de lhe irmos pedir um autografo? – perguntou Rika.

- Acho que ele não me parece de bom humor, Rika.

Os olhos esverdeados de Rika repousaram na figura do actor que se apresentava sentado nos sofás no hall. A perna como o braço estavam cruzados e na sua cara mostrava-se tanto preocupado como zangado.

- Será que devemos perguntar se precisa de alguma coisa? – atreveu-se Rika a perguntar.

- Não. Será melhor ficarmos quietas.

Foi então que os murmúrios que tinham presenciado aqueles minutos, calaram-se quando todas viram Iwaki a retirar o telemóvel do bolso. Marcou uns números e levou-o ao ouvido.

Ao pé da farmácia, Sayo saiu de lá dentro já com os remédios do irmão. Dirigia-se para o carro quando o seu telemóvel toca.

- Iwaki?! – afirma Sayo confusa.

- Soube que o teu irmão foi ferido e quero ir vê-lo! – respondeu do outro lado.

- Mas…mas não estavas na América?

- Sim. Mas pedi permissão para retirar dois dias e depois volto para lá. – respondeu de novo e no hall de entrada podia ver-se o tanto entusiasmo que se estendia por olhares dirigidos ao actor.

- E calculo que precisas de boleia, ne?

- Sim! Quando sai do aeroporto não tinha nenhum táxi disponível…então como o teu apartamento é mais perto que a nossa casa do aeroporto, vim até aqui!

- O QUÊ? – gritou Sayo e Iwaki foi forçado a desviar o telemóvel do ouvido. Além de que o “Quê” foi ouvido por todo o hall num eco.

- Oi…escusas de gratar dessa maneira.

- Estás maluco? No apartamento?

- Sim e o que tem?
- O que tem? Iwaki tu és famoso…elas são tuas fãs…se sabe que sou eu que estou contigo ao telemóvel…MATAM-ME!

- Ora, não sejas exagerada! Isso não é o que está em questão. Quero que me venhas buscar ao apartamento.

- Tu queres é matar-me, ne? Mas não tenho outra escolha, pois não?

- Não! – respondeu Iwaki num tom firme.

- Então, vamos fazer o seguinte. Quero que tu vás ao meu quarto, as chaves suplementares estão a um canto da porta, perto do tapete. Entras e trazes as duas malas que estão em cima da minha cama. Depois eu vou até há garagem, porque cada uma tem uma para si e entras lá. A porta de lá não precisa das chaves porque ela está sempre aberta. Eu vou já a caminho…e…não dês muito nas vista sff. – disse Sayo, enquanto abriu a porta do carro e meteu entrou, fechando a porta.

- Como queiras.

- Então até já!

Iwaki desligou o telemóvel e levantou-se. Os olhares curiosos seguiram-no até este começar a subir as escadas.

- A onde ele vai? – perguntou Rika curiosa

- De certo ao quarto da irmã do Kato. – respondeu Miwa um pouco confusa e curiosa ao mesmo tempo.

- Gostaria de saber quem é ela. – admitiu Rika – assim poderia lhe pedir um autografo de ambos os actores.

- Bom, iremos descobrir em breve.

- Hã?!

Miwa puxou Rika pelo braço e, cuidadosamente, seguiram Iwaki. Este porém não se apercebeu e dirigiu-se ao quarto de Sayo para ir buscar o que está lhe tinha prometido.

++++++++++

No outro lado, Yuri e Sayo puseram-se a caminho.

- O que o Iwaki queria? – perguntou Yuri curiosa

- Ele veio ver o meu irmão. – respondeu - e está no meu apartamento.
- Vais ter complicações. – admitiu Yuri num tom de gozo – Tens a Miwa lá que é uma fanática por ambos e se souber que no “seu” apartamento se encontra uma pessoa relativa a actores, irá fazer a vida negra a essa pessoa. Peço que tenhas cuidado.

- Ela é a minha menor preocupação agora. Se descobrir, eu quero lá saber. Depois trato dela. – respondeu, secamente.

- Quero ver depois! – e riu-se

+++++++++

- Aquele não é o quarto da Sayo? – perguntou Rika num sussurro, ao ver que Iwaki estava a entrar lá dentro.

- Sim. 1050 é o quarto dela!

- Então quer dizer que…

- Sayo tem alguma coisa a ver com Iwaki e Kato. – Miwa interrompeu e concluiu a frase.

Iwaki, por sua vez, não se deu conta de nada. Retirou as malas lá de dentro e trouxe consigo as chaves suplementares com ele. Rika e Miwa, saíram dali e se juntaram ao grupo de raparigas que ainda estavam no Hall. Iwaki desceu as escadas com as malas e sem mesmo prestar atenção aos murmúrios e olhares alheios, desceu até há cava e foi para a garagem há espera da cunhada. No entanto, Miwa e Rika não o seguiram até lá, devido a que a Dona do apartamento avisou para se saíssem do hall e fossem para ambos os quartos. O espectáculo tinha terminado e só desviou os olhos das raparigas, quando confirmou que todas tinham subido para lá. Incluindo Miwa e Rika.

Sayo e Yuri reapareceram lá após uns minutos. Ambas saíram do carro e Iwaki dirigiu-se a elas. Cumprimentou-as e Sayo agarrou nas suas malas e pô-las na garagem. Depois entraram e Yuri tornou a guiar o carro. Puseram-se a caminho.

- Não chamaste muito há tensão, pois não? – perguntou Sayo num voz cheia de duvidas.

- Que eu visse não. – respondeu com sinceridade – pelo menos não vi ninguém a seguir-me até ao teu quarto.

- Isso é bom! – suspirou

- Como está o teu irmão? – perguntou

- Dorme e está fora de perigo. Precisara de ficar de repouso durante 4 semanas e tomar os comprimidos. Mas não te precisas de preocupar que eu irei tomar conta dele.

- Ainda bem! Se pudesse, ficaria com vc’s, mas estou no meio de gravações e não o posso fazer. Só consegui tirar 2 dias de folga e na quarta volto para a América.
- Ele ficará bem de qualquer das formas. Aquilo é duro de roer. – confessou Sayo e Yuri como Iwaki se riram.
[Continuará...^^]
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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Umi-ao em Dom Ago 16, 2009 9:21 pm

Adorei ler esta fanfic, sendo os personagens de um dos mangas do tipo yaoi que gosto mais de Nitta Youka, logo Kato e Iwaki que é o meu preferido por isso vou acompanhar se ainda de acabou...!!! :D

Fiquei preocupada pois Kato esta ferido e Iwaki sem saber de nada...mas claro que mal saiba disso fazer de tudo para ver seu....Kato...!

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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Sayra em Dom Ago 16, 2009 9:40 pm

Ainda bem que gostou...o vocabulário da história como as construção dela está um pouco esquisita e muitas coisas não fazem sentido, pois adquiri mais vocabulário neste dois anos e só retomei a história passado pouco tempo, então logo nota-se muita diferença...^^

O Iwaki vai saber sim...tenho de a continuar, mas ando sem inspiração ultimamente, mas foi uma história muito bonita que estou adorar fazer *-*

Obrigada por a acompanhar XD

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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Umi-ao em Dom Ago 16, 2009 10:19 pm

Excelente noticia, ficarei esperando para poder ler...! :D

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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Amu-chan em Ter Ago 25, 2009 12:40 am

esta linda esta fic quero mais.
quando postas outro capitulo onion 61
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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Sayra em Ter Ago 25, 2009 1:52 am

Em Breve, espero XD
Obrigada por gostares xD

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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Amu-chan em Qua Ago 26, 2009 7:33 pm

fico a espera



espero que não leves a mal. porque não postas esta fic no forum sailormoonportugal que estas registada. La muitas mais pessoas poderiam ler a tua fic que e muito fofa.
é só uma sugestão onion 61 onion 61
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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Sayra em Qua Ago 26, 2009 8:29 pm

Poderia, mas as fic de lá são relativamente ás de sailoor e este tem conteúdo gay como hetero, então acho que não permitiriam -.-', mas vamos lá ver!

Obrigada pela sugestão =)

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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

Mensagem por Amu-chan em Qua Ago 26, 2009 9:37 pm

nem so tem fics relacionadas com as sailormoom também tem uma sala para fic relacionadas com outros animes ou mesmo para fic inventadas por qualquer pessoa eu própria ando a escrever uma fic que nao tem haver com qualquer anime e outra relacionada com as sailor. Podes postar esta fic na sala das fic gerais é a sala a onde se pode postar todo o tipo de fics que não estão relacionadas com as sailor.
isso tambem nao sei onion 64 se permitem fics com conteúdos gay como hetero mas a tua fic esta muito boa. onion 45 Mas devem deixar. experimenta onion 44 onion 61
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Re: [Em Andamento][MA] - A Vida Atribulada de uma Actriz!

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